A Vale (VALE3) recuperou o alvará de funcionamento no município de Congonhas após cumprir as exigências impostas pela administração municipal em razão do extravA Vale (VALE3) recuperou o alvará de funcionamento no município de Congonhas após cumprir as exigências impostas pela administração municipal em razão do extrav

Vale (VALE3) recupera alvará de funcionamento após extravasamento em Minas Gerais

2026/03/05 04:45
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Vale (VALE3) recupera alvará de funcionamento após extravasamento em Minas Gerais

A Vale (VALE3) recuperou o alvará de funcionamento no município de Congonhas após cumprir as exigências impostas pela administração municipal em razão do extravasamento de estruturas registrado em janeiro. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (4) pela prefeitura, por meio de nota oficial.

A decisão ocorre depois de vistoria realizada pela equipe técnica do município, que constatou que a Vale executou as medidas corretivas determinadas após ocorrências nas minas de Fábrica e Viga, afetadas por fortes chuvas no início do ano.

De acordo com a prefeitura, a mineradora também efetuou o pagamento integral da multa aplicada pelo episódio, no valor de R$ 13,71 milhões.

Entre as providências adotadas pela companhia estão a apresentação e implementação de medidas de contenção e limpeza das estruturas, a desobstrução de vias, a limpeza de córregos atingidos por resíduos e a atualização do plano de emergência, com reforço ao Programa AGIR e monitoramento diário da qualidade da água.

Em dia de alta do Ibovespa, as ações da Vale iniciaram a sessão no vermelho, mas estão operando no campo positivo. Por volta das 17h, os papéis da mineradora sobem 0,27%, a R$ 84,72.

Relembre o caso envolvendo minas da Vale (VALE3)

No dia 25 de janeiro, fortes chuvas provocaram o transbordamento de água com sedimentos de um reservatório da Vale na Mina de Fábrica, no limite entre Congonhas e Ouro Preto, atingindo áreas produtivas inclusive da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).

Menos de 24 horas depois, um novo vazamento foi registrado na Mina Viga, em Congonhas, e confirmado pela Vale (VALE3), com água sendo lançada no rio Maranhão, conforme constatado pela Defesa Civil. Os dois episódios levaram à suspensão dos alvarás de funcionamento das unidades e à paralisação das atividades pela prefeitura e por decisões judiciais.

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