Em cidades como o Rio de Janeiro, uma nova lei mudou a forma como entendemos o assento preferencial em todo o ônibus, transformando todos os lugares do veículo Em cidades como o Rio de Janeiro, uma nova lei mudou a forma como entendemos o assento preferencial em todo o ônibus, transformando todos os lugares do veículo

Brasileiros que usam transporte público precisam saber desta importante mudança na lei

Em cidades como o Rio de Janeiro, uma nova lei mudou a forma como entendemos o assento preferencial em todo o ônibus, transformando todos os lugares do veículo em prioritários. Essa medida visa garantir mais respeito e acessibilidade para idosos, gestantes e pessoas com deficiência.

O que mudou com a lei do assento preferencial em todo o ônibus?

A mudança é simples, mas impactante: a prioridade deixou de ser restrita aos bancos amarelos. Agora, qualquer assento do ônibus é considerado preferencial, e os passageiros não prioritários têm o dever de ceder o lugar caso uma pessoa com direito ao benefício precise se sentar.

Brasileiros que usam transporte público precisam saber desta importante mudança na leiUma importante mudança na lei dos assentos preferenciais para usuários de ônibus

Essa regra elimina a desculpa de que “os bancos preferenciais já estão ocupados”. A responsabilidade agora é coletiva, transformando o ato de ceder o lugar em uma obrigação legal e um gesto de cidadania em todo o espaço do transporte coletivo.

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Quem tem o direito à prioridade nos assentos?

O direito ao assento preferencial é garantido por lei federal e municipal a grupos específicos que possuem mobilidade reduzida ou necessidades especiais. Conhecer quem são essas pessoas é fundamental para praticar a empatia e cumprir a lei.

Grupos com direito ao assento preferencial:

  • Idosos (pessoas com 60 anos ou mais).
  • Gestantes e lactantes.
  • Pessoas com crianças de colo.
  • Pessoas com deficiência física, visual ou auditiva.
  • Pessoas com mobilidade reduzida temporária.

Como o passageiro comum deve agir com a nova regra?

A regra exige uma postura proativa dos demais passageiros. Ao ver uma pessoa com direito à prioridade em pé, o cidadão que estiver sentado deve oferecer o lugar, independentemente de onde esteja no ônibus. A lei visa criar uma cultura de respeito e solidariedade.

Para aprofundar seu entendimento sobre cidadania e transporte público, selecionamos o conteúdo do canal Record Goiás, que traz reportagens sobre temas sociais. No vídeo a seguir, os especialistas detalham visualmente um projeto de lei que visa tornar todos os assentos de ônibus preferenciais, além de mostrarem os desafios de quem depende dessas vagas no dia a dia:

Essa legislação, como a Lei Municipal Nº 6.273/2017 do Rio de Janeiro, reforça direitos já previstos em leis federais, como o Estatuto do Idoso. O descumprimento pode gerar multas para as empresas de ônibus que não fiscalizarem e orientarem seus funcionários.

Qual a diferença entre a regra antiga e a nova?

A principal diferença está na abrangência e na responsabilidade. Antes, a obrigação era limitada a um pequeno número de assentos designados. Agora, a responsabilidade de garantir o assento é de todos os passageiros. A tabela abaixo resume a mudança.

CaracterísticaRegra Antiga (Bancos Amarelos)Nova Regra (Todos os Assentos)
AbrangênciaLimitada a assentos específicos e sinalizados.Todos os assentos do veículo são preferenciais.
ResponsabilidadeDo passageiro prioritário em encontrar um lugar vago.Do passageiro comum em ceder seu lugar.
Foco da LeiReserva de espaço.Promoção de cidadania e respeito coletivo.

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