Operadores acompanham o pregão na Bolsa de Nova York em meio a temores de correção.Risco de crash em 2026 existe, mas mercado aponta baixa probabilidade.Operadores acompanham o pregão na Bolsa de Nova York em meio a temores de correção.Risco de crash em 2026 existe, mas mercado aponta baixa probabilidade.

Risco de crash em 2026 segue baixo, aponta mercado

2026/01/08 05:22

Operadores na Bolsa de Nova York monitoram telas em meio a incertezas do mercadoOperadores acompanham o pregão na Bolsa de Nova York em meio a temores de correção.

A possibilidade de um novo crash no mercado de ações em 2026 voltou ao radar dos investidores globais, mas os dados indicam que um colapso severo continua sendo um evento de baixa probabilidade, apesar do aumento das incertezas macroeconômicas e do nível elevado das bolsas americanas.

Historicamente raros e praticamente impossíveis de prever com precisão, os grandes colapsos do mercado acionário tendem a gerar mais especulação do que sinais objetivos. Ainda assim, o tema ganha força à medida que os preços dos ativos permanecem elevados e indicadores econômicos começam a perder tração.

Mercado de opções aponta risco limitado

Segundo cálculos baseados no mercado de opções, a probabilidade de uma queda de 30% ou mais no S&P 500 nos próximos 12 meses gira entre 8% e 10%, patamar compatível com a média histórica. Isso equivale a um evento dessa magnitude ocorrendo, em média, uma vez a cada 10 a 12 anos.

Nota: Os dados são apresentados em escala logarítmica. (Fonte: FactSet)

Essa leitura contrasta com a percepção de investidores e analistas. Pesquisas recentes indicam que investidores institucionais estimam uma chance próxima de 30% para um grande tombo do mercado no mesmo período, uma diferença significativa em relação ao que está precificado nos derivativos.

Último grande choque ainda é recente

O último crash relevante ocorreu há pouco mais de seis anos, durante o choque inicial da pandemia de Covid-19, quando o mercado acionário despencou em questão de semanas. Apesar disso, analistas destacam que o intervalo entre grandes quedas não segue um padrão fixo, e eventos extremos podem ocorrer em sequência.

Estudos históricos mostram que períodos com alta inflação combinada com aumento do desemprego, refletidos no chamado Misery Index, tendem a ser mais propensos a crises. Esse indicador voltou a subir recentemente, reacendendo alertas entre gestores e economistas.

Valuation elevado aumenta vulnerabilidade

Outro fator de atenção é o nível de valuation do mercado americano. As ações dos EUA raramente estiveram tão caras em relação à economia real, o que pode ampliar a sensibilidade a choques inesperados, como erros de política monetária, tensões geopolíticas ou uma desaceleração mais intensa da atividade econômica.

Ainda assim, analistas alertam que tentar antecipar correções costuma gerar mais perdas do que ganhos, já que o custo de ficar fora do mercado em períodos de alta frequentemente supera os prejuízos causados pelas quedas pontuais.

Incerteza segue como pano de fundo

O consenso entre profissionais de mercado é que o risco de um crash não é zero, mas permanece longe de ser o cenário base. O ambiente atual exige atenção redobrada, mas não indica, até o momento, um colapso iminente.

Como mostram os dados históricos, crises profundas tendem a ser exceções — e não a regra — nos mercados acionários.

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