"Notas de 100 dólares empilhadas, símbolo de capital, investimentos e poder econômico."
Na segunda-feira (02), o dólar comercial fechou com variação de 0,1%, valendo R$5,2608, após ter começado o dia cotado a R$5,2618.
O dólar iniciou nesta terça-feira (03) cotado a R$5,2604.
Acompanhe nossa análise diária.
Confira a cotação do dólar em tempo real
Na segunda-feira (02), o dólar comercial fechou com variação de +0,1%, valendo R$5,2569, após ter começado o dia cotado a R$5,1247.
Os mercados iniciam a terça-feira atentos à agenda doméstica e aos desdobramentos políticos nos Estados Unidos. A Ata do Copom e a produção industrial no Brasil dividem espaço com incertezas fiscais em Washington e sinais mistos da economia global.
No exterior, o impasse em torno do financiamento do governo americano segue no radar, ao lado de tensões geopolíticas e declarações de autoridades monetárias. Bolsas operam sem direção única, refletindo esse ambiente de cautela.
No mercado local, ativos brasileiros reagem ao humor externo, enquanto dados e falas oficiais ajudam a calibrar expectativas para juros e atividade. O foco está em sinais que confirmem ou não espaço para cortes à frente.
Nos EUA, o foco permanece na paralisação parcial do governo e nas negociações para um acordo de financiamento, com declarações de Trump tentando reduzir o risco de prolongamento do impasse.
Autoridades do Federal Reserve seguem no radar, especialmente discursos regionais, em um momento de maior cautela após o adiamento de indicadores relevantes de emprego.
A divulgação do relatório JOLTS, ainda pendente, é vista como peça-chave para calibrar a leitura sobre o mercado de trabalho americano.
As tensões geopolíticas continuam influenciando os ativos, com declarações envolvendo Irã, Oriente Médio e negociações comerciais adicionando volatilidade ao cenário.
Bolsas globais operam de forma mista, com destaques positivos pontuais na Ásia, enquanto mercados ocidentais mostram desempenho mais contido.
O comportamento das moedas reflete esse ambiente, com ajustes diante do diferencial de juros e das expectativas de crescimento.
No mercado local, os ativos acompanham o exterior, com o ETF brasileiro negociado em Nova York mostrando leve alta no pré-mercado, apesar da queda do petróleo.
Os juros futuros devem reagir tanto à ata do Copom quanto aos dados de produção industrial, buscando sinais mais claros sobre o início do ciclo de cortes.
A dinâmica recente sugere cautela no curto prazo, mas mantém espaço para ajustes ao longo da curva, sobretudo nos vencimentos intermediários.
No campo político, avança a tramitação do acordo provisório de comércio entre Mercosul e União Europeia, que volta ao debate no Congresso.
A expectativa é de que o tema ganhe tração nas próximas semanas, embora o processo ainda dependa de aprovações internas e externas.
Esse pano de fundo institucional adiciona um vetor estrutural ao cenário, relevante para a leitura de médio prazo sobre investimento e crescimento.


