O INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) subiu 0,56% em fevereiro, depois de marcar 0,39% em janeiro, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta 5ª feira (12.mar.2026). Eis a íntegra (PDF – 452 kB).
O indicador mede a inflação para famílias de menor renda e serve de base para o reajuste anual de aposentadorias e pensões do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
O índice é acompanhado por governo e mercado porque corrige benefícios previdenciários e parte dos salários no país, além de indicar a evolução do custo de vida para famílias com renda de 1 a 5 salários mínimos.
No acumulado de 2026, o indicador registra alta de 0,95%. Em 12 meses, soma 3,36%, abaixo dos 4,30% registrados no período imediatamente anterior.
Os preços de alimentos aceleraram na passagem de janeiro para fevereiro. Os produtos alimentícios subiram 0,26% no mês, ante 0,14% no mês anterior. Já os itens não alimentícios passaram de 0,47% em janeiro para 0,66% em fevereiro.
Entre as regiões pesquisadas, a maior variação se deu em Fortaleza, com 0,98%, influenciada pela alta dos cursos regulares e da gasolina. A menor taxa foi registrada em Campo Grande, com 0,07%, pressionada pela queda na energia elétrica residencial e no preço do tomate.
O INPC acompanha a variação de preços de produtos e serviços consumidos por famílias de menor renda. O índice considera despesas com alimentação, habitação, transportes, saúde, educação e outros itens do consumo cotidiano.
Calculado pelo IBGE desde 1979, o indicador abrange 10 regiões metropolitanas, além do Distrito Federal e de municípios como Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.
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