A ofensiva militar dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro, provocou reação imediata no mercado financeiro, mas emA ofensiva militar dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro, provocou reação imediata no mercado financeiro, mas em

Setor de defesa dispara com ataque dos EUA à Venezuela; entenda

A ofensiva militar dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro, provocou reação imediata no mercado financeiro, mas embora o petróleo tenha subido após o episódio, dados mostram que o setor que realmente disparou foi o de defesa.

A leitura dos grandes investidores é de que um aumento na percepção de risco geopolítico e a sinalização de um mundo menos ancorado em regras multilaterais, favorece o desempenho de empresas ligadas à indústria militar.

Nos últimos dois dias, a indústria de defesa avançou quase 8% (confira no gráfico abaixo), sustentando uma alta moderada do S&P 500, que subiu 0,64% nesta segunda-feira (5).

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Ásia confirma movimento observado nos EUA

A reação dos mercados asiáticos reforçou essa leitura. Pelo segundo pregão consecutivo, as bolsas da região Ásia-Pacífico subiram puxadas principalmente por ações ligadas à indústria de defesa.

No Japão, o índice Nikkei avançou mais de 3%, com papéis do setor militar registrando altas superiores a 8%. Xangai e Shenzhen subiram acima de 1%, enquanto Hong Kong também fechou em alta.

O desempenho contrastou com mercados como Índia e Austrália, onde o peso do setor de defesa é menor.

Setor de petróleo fica volátil

A expectativa de maior influência americana na Venezuela e de mudanças na política energética do país impulsionou ações como Chevron, Exxon Mobil e ConocoPhillips, com altas entre 2% e 5%, nos Estados Unidos.

Ainda assim, o índice de produtores de petróleo e gás registra queda (confira no gráfico abaixo), apesar da valorização do barril e dos contratos futuros de empresas ligadas a energia.

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Alerta jurídico ajuda a explicar reação do mercado

A dimensão institucional do episódio também entrou no radar dos investidores. Em análise publicada no ConJur, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal () Celso de Mello classificou a ação dos Estados Unidos como uma violação grave da soberania de um Estado e dos princípios centrais do Direito Internacional.

Segundo o ministro aposentado, a captura de um chefe de Estado em território estrangeiro, sem consentimento formal, representa uma ruptura com os mecanismos de cooperação internacional, substituindo a previsibilidade jurídica pela lógica da força.

Para o mercado, essa leitura reforçou a percepção de que o mundo pode estar entrando em uma fase de maior militarização e menor coordenação institucional — cenário historicamente favorável a empresas do setor de defesa.

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